terça-feira, 13 de janeiro de 2009

A prece em Maçonaria

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Valdemar Sansão - M.·.M.·.vsansao@uol.com.br
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Caríssimos Irmãos!
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Pela prece, o homem adquire a força moral necessária para vencer as dificuldades e reencontrar o caminho reto se dele se afastou, assim como afastar de si os males que atrai por sua própria falta.
Se colocarmos limite à nossa ambição, não temeremos a ruína.
Se não quizermos subir mais alto do que podemos, não temeremos cair.
Se formos humildes, não sofreremos as decepções do orgulho humilhado.
Se praticarmos a lei da caridade, não seremos nem maldizentes, nem invejosos, nem ciumentos, e evitaremos as querelas e as dissenções.
Se não fizermos mal a ninguém, não temeremos as vinganças, etc.
O Poder da prece está no pensamento; ela não se prende nem às palavras, nem ao lugar, nem ao momento em que é feita. Pode-se, pois, orar em toda parte, a qualquer hora, sozinho ou em comum. A influência do lugar ou do tempo prende-se às circunstâncias que podem favorecer o recolhimento.
A prece em comum tem uma ação mais poderosa, quando todos aqueles que oram se associam de coração a um mesmo pensamento e têm o mesmo objetivo, porque é como gritassem ao mesmo tempo em conjunto e uníssono; mas o que importa estarem reunidos em grande número se cada um age isoladamente, e por sua própria conta! Cem pessoas reunidas podem orar como egoístas, enquanto que duas ou três unidas em comum aspiração, orarão como verdadeiros Irmãos em Deus, e sua prece terá mais força que a das outras cem.
A prece em Maçonaria - Sendo a Maçonaria uma instituição que tem um grande fundo de religiosidade em muitos de seus Ritos, a prece tem, consequentemente, um uso constante em suas liturgias. É a invocação dirigida à divindade e, portanto, indispensável que os Trabalhos Maçônicos sejam abertos e encerrados por uma prece. Esta obrigação é estritamente observada nos sistemas inglês e americano.
O Grande Arquiteto do Universo (Deus) é Paz, é Luz, Ele nos ouve, nos mostra o caminho que a Ele conduz.
Que sempre possamos fazer uma prece por alguém quando não temos a força para ajudá-lo de alguma forma.- Valdemar Sansão - M.·.M.·.vsansao@uol.com.br Caríssimos Irmãos!
Pela prece, o homem adquire a força moral necessária para vencer as dificuldades e reencontrar o caminho reto se dele se afastou, assim como afastar de si os males que atrai por sua própria falta.
Se colocarmos limite à nossa ambição, não temeremos a ruína.
Se não quizermos subir mais alto do que podemos, não temeremos cair.
Se formos humildes, não sofreremos as decepções do orgulho humilhado.
Se praticarmos a lei da caridade, não seremos nem maldizentes, nem invejosos, nem ciumentos, e evitaremos as querelas e as dissenções.
Se não fizermos mal a ninguém, não temeremos as vinganças, etc.
O Poder da prece está no pensamento; ela não se prende nem às palavras, nem ao lugar, nem ao momento em que é feita. Pode-se, pois, orar em toda parte, a qualquer hora, sozinho ou em comum. A influência do lugar ou do tempo prende-se às circunstâncias que podem favorecer o recolhimento.
A prece em comum tem uma ação mais poderosa, quando todos aqueles que oram se associam de coração a um mesmo pensamento e têm o mesmo objetivo, porque é como gritassem ao mesmo tempo em conjunto e uníssono; mas o que importa estarem reunidos em grande número se cada um age isoladamente, e por sua própria conta! Cem pessoas reunidas podem orar como egoístas, enquanto que duas ou três unidas em comum aspiração, orarão como verdadeiros Irmãos em Deus, e sua prece terá mais força que a das outras cem.
A prece em Maçonaria - Sendo a Maçonaria uma instituição que tem um grande fundo de religiosidade em muitos de seus Ritos, a prece tem, consequentemente, um uso constante em suas liturgias. É a invocação dirigida à divindade e, portanto, indispensável que os Trabalhos Maçônicos sejam abertos e encerrados por uma prece. Esta obrigação é estritamente observada nos sistemas inglês e americano.
O Grande Arquiteto do Universo (Deus) é Paz, é Luz, Ele nos ouve, nos mostra o caminho que a Ele conduz.
Que sempre possamos fazer uma prece por alguém quando não temos a força para ajudá-lo de alguma forma.
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Grupo Maçônico ORVALHO DO HERMON - Maçom http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

V.I.T.R.I.O.L.

No ritual da Iniciação maçónica, templária, rosacruz ou outra do género (consignada pela Tradição Hermética das Idades), o neófito/aprendiz em dado momento se vê confrontado em sua "câmara de reflexão" face à expressão V.I.T.R.I.O.L. e frequentemente não tem a menor ideia do que se trata.
A Pedra Filosofal dos antigos alquimistas leva ao entendimento de que a palavra em si não é outra coisa senão a profunda descoberta de si mesmo, na solidão no seio da Terra, ou, doutro modo, é o símbolo universal da constante busca do homem para melhorar a si mesmo e à Sociedade em geral.
Efectivamente a palavra VITRIOL, que se escreve com 7 letras, é a frase mais misteriosa e secreta que se conhece, a verdadeira Palavra-Passe ou o "Ábre-te Sésamo" para o Mundo Oculto dos Deuses ou dos Homens Semi-Deuses, e cujo sentido real e profundo até hoje não foi decifrado senão por Aqueles que têm o direito a adentrar o mais sublime de todos os Tabernáculos localizado no interior da Terra.
“VISITA INTERIOREM TERRAE RECTIFICANDOQUE INVENIES OCCULTUM LAPIDEM”, ou seja, Visita o Interior da Terra Rectificando Encontrarás a Pedra Oculta.

A "pedra oculta" é a PEDRA DO SÁBIO que se pode transformar na PEDRA FILOSOFAL, a pérola da Filosofia Divina, e é esta que torna o homem num ser sublime, mais evoluido, justo e perfeito, no trajecto da Vida Universal. Tal é o objectivo do verdadeiro iniciado (Maçon, Templário, Rosacruz ou outro) que busca o conhecimento Sagrado e Divino. Porém...
«Hoje não conheceis mais a "palavra-passe" egípcia, que era pronunciada à entrada do Templo. Susbstitui-a, pois, aquela outra latina, que prova estar em justo e perfeito equilíbrio com o Templo, como o obreiro ou o construtor do Edifício Humano. Sim, estar JUSTUS ET PERFECTUS. A mão direita e o pé do mesmo lado firmavam na Terra o Compasso e o Esquadro, além do mais para dignificar também o "Quaternáreo Terreno". Este está representado na Tragédia do Golgota - nas 4 letras JNRJ que não quer dizer apenas JESUS NAZARENUS REX JUDEORUM, enquanto o indeformável Triângulo que figura no Templo Maçónico está no mesmo "Corpo Eucarístico" de Jesus, representado pelas 3 letras J.H.S. entre os 'dois ladrões' onde foi crucificado, ladeado por “Duas Colunas” vivas, Jakim e Bohaz, cujas iniciais J e B também figuravam nas duas cidades onde o mesmo Jesus nasceu e morreu: Belém e Jerusalém. São ainda as mesmas iniciais de João Baptista (seu Arauto ou Anunciador JOKANAN). Quanto ao termo "João Baptista" - hoje com significado mais misterioso do que outrora e relacionado com o Culto de Melkisedeque -, cumpre esclarecer que se acha estreitamente ligado ao Rito ADONHIRAMITA de Adam, Hiram, e Ita, Mita ou Mitra». ( In "Dogma e Ritual da Igreja e da Maçonaria" de Dr. Victor Manuel Adrião).

Por fim, a palavra VITRIOL não só simboliza a constante busca do homem para melhorar a si mesmo, polindo a “pedra bruta” da personalidade humana (o seu ego-inferior) para que um dia brilhe a sua Individualidade (o Eu Superior) que surge como um diamante diáfamo pela limpeza da alma ou pureza em seu coração (chakra cardíaco ou plexo-solar). A palavra V.I.T.R.I.O.L. vai além do trabalho do homem sobre si mesmo, e significa também um Lugar Oculto no Interior da Terra, que é conhecido há milhares de anos pelos Lamas Tibetanos e Mestres Hindus ou Brahmanes como o Reino de Agharta (AG - Fogo; HARTA - Coração = Coração de Fogo), onde vive uma Civilização avançada em milhares de anos, sob um Sol Central que ilumina Shamballah, a "Shangri-lá, a Morada Eterna do Rei do Mundo, onde vivem os Santos e Sábios Homens que de tempos a tempos surgem na superfície para instruir a Humanidade.

“E muito mais teria para vos dizer mas não estais preparados para suportá-lo agora..."
dizia o Grande Mestre de Amor/Sabedoria que por sinal nasceu numa gruta e foi visitado por 3 “Reis Magos” vindos dos lados do Oriente, não se sabe de onde, que o saudaram como um grande Rei, a quem veneraram oferecendo ouro, incenso e mirra, com todo o significado simbólico que contém.

Fica aqui mais esta dissertação.
Pausa para reflexão!
Rui Palmela
Grupo Maçônico ORVALHO DO HERMON - Maçom http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Os Landmarks

Albert G. Mackey
I - Os processos de reconhecimento são os mais legítimos e inquestionáveis de todos os Landmarks. Não admitem mudança de qualquer espécie; desde que isso se deu, funestas conseqüências posteriores vieram demonstrar o erro cometido.II - A divisão da Maçonaria Simbólica em três graus - Aprendiz, Companheiro e Mestre - é um Landmark que, mais que qualquer outro, tem sido preservado de alterações apesar dos esforços feitos pelo daninho espírito inovador.III - A lenda do terceiro grau é um Landmark importante, cuja integridade tem sido respeitada. Nenhum rito existe na Maçonaria, em qualquer país ou em qualquer idioma, em que não sejam expostos os elementos essenciais dessa lenda. As fórmulas escritas podem variar, e na verdade variam; a lenda do Construtor do Templo de Salomão, porém, permanece em essência. Qualquer rito que a excluir ou a altere substancialmente, deixará de ser um Rito Maçônico.IV - O Governo da Fraternidade por um Oficial que é seu presidente, denominado Grão-Mestre, eleito pelo povo maçônico, é o quarto Landmark da Ordem Maçônica. Muitos pensam que a eleição do Grão-Mestre se pratica por ser estabelecida em lei ou regulamento, mas nos anais da Instituição, encontram-se Grão-Mestres muito antes de existirem Grandes Lojas, e se todos os Regulamentos e Constituições fosse abolidos, sempre seria mister a existência de um Grão-Mestre.V - A prerrogativa do Grão-Mestre de presidir todas as reuniões maçônicas, feitas onde e quando se fizerem, é o quinto Landmark. É em virtude dessa lei, de antiga usança e tradição, que o Grão-Mestre ocupa o Trono e preside todas as sessões da Grande Loja, assim como quando se ache presente à sessão de qualquer Loja subordinada à autoridade maçônica de sua obediência.VI - A prerrogativa do Grão-Mestre de conceder licença para conferir graus em tempos anormais, é outro importantíssimo Landmark. Os estatutos e leis maçônicas exigem prazos, que devem transcorrer entre a proposta e a recepção do candidato, porém o Grão-Mestre tem o direito de dispensar esta ou qualquer exigência, e permitir a Iniciação, a Elevação ou Exaltação imediata.VII - A prerrogativa que tem o Grão-Mestre de dar autorização para fundar e manter Lojas, é outro importante Landmark. Em virtude dele, o Grão-Mestre pode conceder a um número suficiente de Mestres-Maçons o privilégio de se reunir e conferir graus. As Lojas assim constituídas chamam-se "Lojas Licenciadas". Criadas pelo Grão-Mestre só existem enquanto ele não resolva o contrário, podendo ser dissolvidas por ato seu. Podem viver um dia, um mês ou seis. Qualquer que seja, porém, o prazo de sua existência, exclusivamente ao Grão-Mestre a deve.VIII - A prerrogativa do Grão-Mestre de criar Maçons por sua deliberação é outro Landmark importante. O Grão-Mestre convoca em seu auxílio seis outros Mestres-Maçons, pelo menos, forma uma Loja e sem uma forma prévia confere os graus aos candidatos, findo o que, dissolve a Loja e despede os Irmãos. As Lojas assim convocadas por este meio são chamadas "Lojas de Emergência" ou "Lojas Ocasionais".IX - A necessidade de se congregarem os Maçons em Lojas é outro Landmark. Os Landmarks da Ordem prescrevem sempre que os Maçons deveriam congregar-se com o fim de entregar-se a tarefas operativas e que às suas reuniões fosse dado o nome de "Lojas". Antigamente, eram estas reuniões extemporâneas, convocadas para assuntos especiais e logo dissolvidas, separando-se os Irmãos para de novo se reunirem em outros pontos e em outras épocas, conforme as necessidades e as circunstâncias exigissem. Cartas Constitutivas, Regulamentos Internos, Lojas e Oficinas permanentes e contribuições anuais são inovações puramente moderna de um período relativamente recente.X - O Governo da Fraternidade, quando congregada em Loja, por um Venerável e dois Vigilantes é um outro Landmark. Qualquer reunião de Maçons congregados sob qualquer outra direção, como, por exemplo, um presidente e dois vice-presidentes, não seria reconhecida como Loja. A presença de um Venerável e dois Vigilantes é tão essencial para a validade e legalidade de uma Loja que, no dia de sua consagração, é considerada como uma Carta Constitutiva.XI - A necessidade de estar uma Loja a coberto, quando reunida, é outro importante Landmark que não deve ser descurado. O cargo de Guarda do Templo, que vela para que o local da reunião seja absolutamente vedado à intromissão de profanos, independe, pois, de qualquer Regulamento ou Constituição.XII - O direito representativo de cada Irmão nas reuniões da Fraternidade, é outro Landmark. Nas reuniões gerais, outrora chamadas "Assembléias Gerais", todos os Irmãos, mesmo os Aprendizes, tinham o direito de tomar parte. Nas Grandes Lojas, hoje, só tem direito de assistência os Veneráveis e Vigilantes, na qualidade, porém, de representantes de todos os Irmãos das Lojas. Antigamente, cada Irmão se auto-representava. Hoje são representados pelas Luzes de sua Loja. Nem por motivo dessa concessão, feita em 1817, deixa de existir o direito de representação firmado por este Landmark.XIII - O direito de recurso de cada Maçom das decisões de sua Loja para a Grande Loja, ou Assembléia Geral dos Irmãos, é um Landmark essencial para a preservação da Justiça e para prevenir a opressão.XIV - O direito de todo Maçom visitar e tomar assento em qualquer Loja é um inquestionável Landmark da Ordem. É o consagrado "Direito de Visitação", reconhecido e votado universalmente a todos os Irmãos que viajam pelo orbe terrestre. É a conseqüência do modo de encarar as Lojas como meras divisões da família maçônica.XV - Nenhum Irmão desconhecido dos Irmãos da Loja pode a ela ter acesso como visitante sem que primeiro seja examinado, conforme os antigos costumes, e como tal reconhecido. Este exame somente pode ser dispensado se o Irmão visitante for conhecido por algum Irmão da Loja, o qual por ele será responsável.XVI - Nenhuma Loja pode intrometer-se em assunto que diga respeito a outra, nem conferir graus a Irmãos de outros Quadros.XVII - Todo Maçom está sujeito às leis e aos regulamentos da jurisdição maçônica em que residir, mesmo não sendo, aí, obreiro de qualquer Loja.A inafiliação constitui, por si própria, uma falta maçônica.XVIII - Por este Landmark, os candidatos à Iniciação devem ser isentos de defeitos ou mutilações, livres de nascimento e maiores. Uma mulher, um aleijado ou um escravo não podem ingressar na Fraternidade.XIX - A crença no GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO é um dos mais importantes Landmarks da Ordem. A negação dessa crença é impedimento absoluto e irremovível para a Iniciação.XX - Subsidiariamente à crença em um ENTE SUPREMO, é exigida, para a Iniciação, a crença numa vida futura.XXI - Em Loja, é indispensável a presença, no Altar, de um LIVRO DA LEI, no qual supõe-se, conforme a crença, estar contida a vontade do Grande Arquiteto do Universo. Não cuidando a Maçonaria de intervir nas peculiaridades da fé religiosa dos seus membros, o "Livro da Lei" pode variar conforme o credo. Exige, por isso, este Landmark que um "Livro da Lei" seja par indispensável das alfaias de uma Loja Maçônica.XXII - Todos os Maçons são absolutamente iguais dentro da Loja, sem distinção de prerrogativas profanas, de privilégios que a sociedade confere.A Maçonaria a todos nivela nas reuniões maçônicas.XXIII - Este Landmark prescreve a conservação secreta dos conhecimentos havidos pela Iniciação, tanto os métodos de trabalho como suas lendas e tradições, que só devem ser comunicados a outros Irmãos.XXIV - A fundação de uma ciência especulativa, segundo métodos operativos e uso do simbolismo e a explicação dos ditos métodos e dos termos neles empregados com o propósito de ensinamento moral, constitui outro Landmark.A preservação da Lenda do Templo de Salomão é outro fundamento deste Landmark.XXV - O último Landmark é o que afirma a inalterabilidade dos anteriores, nada lhes podendo ser acrescido ou retirado, nenhuma modificação podendo ser-lhes introduzida. Assim como de nossos antecessores os recebemos, assim os devemos transmitir aos nossos sucessores - Nolumus est leges mutari.

sábado, 3 de janeiro de 2009

DECÁLOGO DA MAÇONARIA

1- Deus é sabedoria eterna, onipotente e imutável: suprema inteligência e inestinguível amor. Deveis O adorar, reverenciar e amar. Praticando as virtudes, muito o honrarás. 2-Tua religião consiste em fazer o bem, por ser um prazer para ti e não unicamente, um dever. Constitui-te em amigo do homem sábio e obedece seus preceitos. Tua alma é imortal, nada farás que a degrade. 3-Combaterás incessantemente o vício. Não farás a outrem o que não quiseres que te façam. Deverás ser submisso ao teu destino e conservar vivo o fogo da sabedoria. 4-Honrarás teus pais. Respeitarás e tributarás homenagens aos anciãos . Instruirás os jovens. 5-Sustentarás tua mulher e filhos. Amarás tua pátria e obedecerás suas leis. 6- Teu amigo será para ti tua própria imagem. O infortúnio não te afastará de seu lado e farás por tua memória o que farias por ele em vida. 7- Evitarás e fugirás de amigos falsos, assim como, quanto possível, os excessos. Temerás ser a causa de uma mancha em tua memória. 8- Nào permitirás que as paixões te dominem. Serás indulgente com o erro. 9-Ouvirás muito, falarás pouco e obrarás bem. Olvidarás as injúrias. Darás o bem em troca do mal. Não abusarás de tua força ou superioridade. 10-Estudarás o conhecimento dos homens. Buscarás sempre a virtude. Serás justo. Evitarás a ociosidade.
Grupo Maçônico ORVALHO DO HERMON
http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Vamos Desbastar a Pedra Bruta

A Pedra Bruta representa imperfeição da natureza humana, ainda não trabalhada nos mistérios da Arte Real.

O Desbastar da Pedra Bruta marca o momento em que o iniciando começa a descobrir os seus defeitos, vícios, fraquezas, vaidades e imperfeições, tomando consciência de que deve começar a lapidar o seu Ego, levantando templos a virtude e combatendo os vícios.

Grupo Maçônico Orvalho do Hermon é uma Lista de Discussão destinada ao livre debate exclusivamente de temas Maçônicos de relevância para os membros da Maçonaria Universal. Tem a tarefa precípua de trabalhar e estudar, a fim de adquirir todos os conhecimentos da Maçonaria, transformando a Pedra Bruta em Pedra Polida para atingir a perfeição.

É um grupo fechado, exclusivamente, para Maçons, não importando de qual Potência ou Rito seja o Ir.·., desde que, reconhecido como maçom.
O nosso objetivo, além de desbastar a pedra bruta, é desenvolver a convivência fraternal, as boas maneiras e as práticas maçônicas que possibilitem a construção do nossoTemplo Interior e o desenvolvimento da Arte Real, pois como sabemos, a Pedra Bruta é o ponto de partida para a grande transformação do nosso espírito.
Outrossim, o Grupo Maçônico Orvalho do Hermon tem por finalidade encurtar as distâncias e desenvolver a integração e o relacionamento fraternal entre Irmãos.

Grupo Maçônico ORVALHO DO HERMON - Maçom

Pesquise no Google ou Yahoo: Grupo Maçônico ORVALHO DO HERMON
Visite-nos: http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/
Entrar no grupo - Email: orvalhodohermon-subscribe@yahoogrupos.com.br

Hugo R. Pimentel – M.·.M.·.

A PARTIR DA PEDRA BRUTA A OBRA PRIMA

“Após a conclusão de seus trabalhos, ao mérito do aumento de salário, o aprendiz conhece boa parte do programa, após o tempo de estudo e racionalidade, está pronto para entrar na sua roupa interior. Para obedecer ao imperativo, “CONHECE-TE”.

Livre interpretação da obra do pintor Di Prinzio, por Pedro Neves.

O Sol, corpo celeste mais rico em simbolismo; representa o espírito, princípio da vida e de todas as coisas, símbolo da divindade por excelência. Emblema da geração, conservação e sustentação da vida, força positiva, agressiva e dominadora. É o princípio vital. Representado por um círculo (símbolo do espaço e do tempo infinitos) com um ponto no meio (símbolo do espírito). O seu anjo é Zaraquiel.
A Lua, a “Deusa da noite”, mãe universal, princípio feminino, representa a alma e a matéria. Força de caráter magnético. Símbolo da imaginação. Representada por um crescente em forma de copa, simbolizando o lado receptivo da natureza humana. O seu anjo é anjo Tsafiel.
Vênus para os gregos e romanos representa a figura da sua Deusa do amor e beleza, Afrodite. Amor espiritual e atração sexual. Natureza feminina. A sua cruz na parte inferior do círculo, significa o espírito tentando se libertar da matéria. O seu anjo é Hamaliel.
Júpiter o maior dos planetas, simboliza o pai, o patriarca, o rei, grandeza de espírito, sabedoria e generosidade. Representado por uma meia-lua crescente (consciência da alma) unida a uma cruz (matéria), natureza masculina, positiva. Seu anjo é Gabriel.
Mercúrio “O mensageiro dos deuses”, representado por um círculo com a meia lua em cima e a cruz embaixo, são a força ativa do eu, a consciência da humanidade, o intelecto, natureza andrógina. O seu anjo é Rafael.
Saturno simboliza o tempo, o terrível apetite para a vida, devora todas as suas criações, poderoso e malévolo, devido à natureza sutil e imperceptível com que mina a vitalidade do organismo físico. Natureza lenta, paciente, furtiva e velada. Representado pela cruz surgindo da meia-lua crescente, significa a manifestação da consciência. Positivo e masculino. Seu anjo é Micael.
Marte símbolo da força viril, da atividade e capacidade criadora, “Deus da guerra”, destrói rápido como um raio. Representado por um círculo com uma flecha na parte superior direita, significando a força criadora do espírito. Seu anjo é Ouriel.
O Diamante representa o “centro Místico irradiante”, conectado ao sol, é a luz, atributo das divindades, simbolizando o poder divino. O diamante é a obra prima que se obtém da pedra bruta, sobre ele simbolizando o adepto que alcançou o conhecimento está o homem, Acima dele a representação do infinito. Em torno do diamante a corda simbolizando que tudo é possível através da união de todos.
A pedra cúbica tem em suas faces os instrumentos que foram usados no desbastamento da pedra bruta. O esquadro, representa a perfeição. O compasso, a medida justa. O malho é a força criadora. O cinzel o juízo que direciona a força. A trolha símbolo do trabalho.
Tudo está justo e perfeito entre as colunas, que simbolizam a vida e morte, o positivo e o negativo, o masculino e o feminino.
Na penumbra, diversos vultos, parecem admirar a obra prima, eles ainda não atingiram a luz. Estão até mesmo fora do pavimento de mosaicos, símbolo da dualidade, amor e ódio, belo e feio, o bem e o mal, a vida e morte.
O trilhar do adepto sobre o pavimento de mosaicos é difícil, ele deve caminhar sempre entre o preto e o branco, é uma linha muito fina para se atingir a perfeição.

PEDRO NEVES .’. M .’. I .’. 33
www.pedroneves.recantodasletras.com.br